Estradas esburacadas é o pesadelo de qualquer condutor. Para além de poder provocar estragos nos veículos (pneus, direção, suspensão) e levar mesmo a acidentes de viação, obriga a manutenção periódica por parte dos órgãos responsáveis. Esta manutenção, além de poder ser dispendiosa, por vezes pode demorar tempo até ser concluída. Um grupo de pesquisadores europeus da ACCIONA Infraestruturas, estão a desenvolver um asfalto que se regenera, fechando um buraco em apenas algumas horas e sem a intervenção de máquinas ou homens.

O asfalto é capaz de “regenerar” 80% de uma fissura em apenas duas horas e concluir o “fecho” do buraco aberto num dia. Este poder regenerativo é devido à incorporação de lã de aço ao betume, o agente de ligação que o asfalto usa para prender a brita. Assim, se o asfalto que contiver estas fibras de aço for aquecido usando uma máquina de indução, o betuminoso derrete e consequentemente, fissuras e buracos unem-se, podendo assim aumentar para o dobro, o tempo de vida útil do asfalto.

“Testámos uma secção de 400 metros de estrada no sul dos Países Baixos. Aplicámos calor de indução e o material funcionou perfeitamente. Usámos várias amostras da estrada e envelhecemo-las no laboratório, colocando-as no forno e pulverizando-as com água, de seguida, aplicámos o calor de indução. Os testes provaram que podemos aumentar para o dobro, a vida útil da superfície de asfalto ou talvez ainda mais”, disse Schlangen, um dos cientistas responsáveis do projeto. Schlangen afirma ainda que a aplicação do calor por indução terá de ser realizada, antes da formação do “buraco”, ou seja, na fase em que começam a aparecer as fissuras.

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Embora este tipo de pavimentação corresponda a uma solução 25% mais cara que a de uma pavimentação normal, Schlangen estima ainda assim, que o governo holandês poderia economizar nove milhões de euros por ano, a médio ou longo prazo, considerando os custos associados às reparações das estradas, nomeadamente com a mobilização das equipas para o terreno, o custo das equipas, o custo com possíveis indemnizações a utilizadores das estradas, etc.). Além disso, as estradas auto-reparadoras significariam menos pedras soltas, menos buracos para danificar eixos ou rodas e menos estradas fechadas para reparações.

Este material já se encontra a ser testado em algumas estradas holandesas, no entanto Schlangen destaca que, só após um período de 7 a 10 anos é que se poderá confirmar as propriedades deste asfalto, pois será nessa altura que começam a surgir sinais de desgaste nos pavimentos.

Veja o vídeo abaixo:
https://www.noticiasautomotivas.com.br/shine-asfalto-regenerativo-que-fecha-os-buracos-em-algumas-horas-video/

Sites pesquisados:
http://futuretransport.com.br/estradas-que-se-curam-proxima-revolucao-nos-transportes/
http://meioinfo.eco.br/empresa-cria-asfalto-regenerativo/

Estradas esburacadas é o pesadelo de qualquer condutor. Para além de poder provocar estragos nos veículos (pneus, direção, suspensão) e levar mesmo a acidentes de viação, obriga a manutenção periódica por parte dos órgãos responsáveis. Esta manutenção, além de poder ser dispendiosa, por vezes pode demorar tempo até ser concluída. Um grupo de pesquisadores europeus da ACCIONA Infraestruturas, estão a desenvolver um asfalto que se regenera, fechando um buraco em apenas algumas horas e sem a intervenção de máquinas ou homens.

O asfalto é capaz de “regenerar” 80% de uma fissura em apenas duas horas e concluir o “fecho” do buraco aberto num dia. Este poder regenerativo é devido à incorporação de lã de aço ao betume, o agente de ligação que o asfalto usa para prender a brita. Assim, se o asfalto que contiver estas fibras de aço for aquecido usando uma máquina de indução, o betuminoso derrete e consequentemente, fissuras e buracos unem-se, podendo assim aumentar para o dobro, o tempo de vida útil do asfalto.

“Testámos uma secção de 400 metros de estrada no sul dos Países Baixos. Aplicámos calor de indução e o material funcionou perfeitamente. Usámos várias amostras da estrada e envelhecemo-las no laboratório, colocando-as no forno e pulverizando-as com água, de seguida, aplicámos o calor de indução. Os testes provaram que podemos aumentar para o dobro, a vida útil da superfície de asfalto ou talvez ainda mais”, disse Schlangen, um dos cientistas responsáveis do projeto. Schlangen afirma ainda que a aplicação do calor por indução terá de ser realizada, antes da formação do “buraco”, ou seja, na fase em que começam a aparecer as fissuras.

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Embora este tipo de pavimentação corresponda a uma solução 25% mais cara que a de uma pavimentação normal, Schlangen estima ainda assim, que o governo holandês poderia economizar nove milhões de euros por ano, a médio ou longo prazo, considerando os custos associados às reparações das estradas, nomeadamente com a mobilização das equipas para o terreno, o custo das equipas, o custo com possíveis indemnizações a utilizadores das estradas, etc.). Além disso, as estradas auto-reparadoras significariam menos pedras soltas, menos buracos para danificar eixos ou rodas e menos estradas fechadas para reparações.

Este material já se encontra a ser testado em algumas estradas holandesas, no entanto Schlangen destaca que, só após um período de 7 a 10 anos é que se poderá confirmar as propriedades deste asfalto, pois será nessa altura que começam a surgir sinais de desgaste nos pavimentos.

Veja o vídeo abaixo:
https://www.noticiasautomotivas.com.br/shine-asfalto-regenerativo-que-fecha-os-buracos-em-algumas-horas-video/

Sites pesquisados:
http://futuretransport.com.br/estradas-que-se-curam-proxima-revolucao-nos-transportes/
http://meioinfo.eco.br/empresa-cria-asfalto-regenerativo/

Los caminos accidentados son la pesadilla de cualquier conductor. Además de poder causar daño a los vehículos (neumáticos, dirección, suspensión) e incluso a los accidentes de tráfico, requiere el mantenimiento periódico por parte de los órganos responsables. Este mantenimiento, además de ser costoso, a veces puede tardar tiempo en completarse. Un grupo de investigadores europeos de las infraestructuras motrices están desarrollando un asfalto que se regenera, cerrando un agujero en pocas horas y sin la intervención de maquinaria o de hombres.

El asfalto es capaz de “regenerar” el 80% de una fisura en tan sólo 2 horas y concluir el “cierre” del agujero abierto en un día. Esta potencia regenerativa se debe a la incorporación de la lana de acero al betún, el agente adhesivo que el asfalto utiliza para sujetar la grava. Así, si el asfalto que contiene estas fibras de acero se calienta con una máquina de inducción, el betún se derrite y consecuentemente, las grietas y los agujeros unen, de tal modo aumentando para doblar la vida útil del asfalto.

“Probamos una sección de 400 metros de carretera en el sur de los países bajos.” Aplicamos la inducción del calor y el material funcionó perfectamente. Utilizamos varias muestras del camino y envejecimos en el laboratorio, colocándolos en el horno y rociando con agua, después aplicamos el calor de la inducción. Las pruebas demostraron que podemos aumentar para el doble, la vida útil de la superficie del asfalto o quizá aún más”, dijo Schlangen, uno de los científicos responsables del proyecto. Schlangen afirma que la aplicación de calor por inducción deberá realizarse antes de la formación del “agujero”, es decir, en la fase en la que comienzan a aparecer las fisuras.

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Aunque este tipo de pavimento corresponde a una solución 25% más costosa que un suelo normal, Schlangen estima todavía, que el gobierno holandés podría ahorrar nueve millones de euros al año, a medio o largo plazo, considerando los costes asociados a las reparaciones de las carreteras, especialmente movilizando los equipos de tierra, el costo de los equipos, el costo con posible compensación a los usuarios de la carretera , etc. .. Por otra parte, las carreteras de auto reparadores significarían menos piedras sueltas, menos agujeros para dañar ejes o ruedas y menos caminos cerrados para retiros.

Este material ya está siendo probado en algunos caminos holandeses, sin embargo Schlangen destaca que, sólo después de un período de 7 a 10 años se puede confirmar las propiedades de eso asfalto, ya que será en ese momento que los signos de desgaste en las aceras comienzan a emerger.

Vea el vídeo abajo:
https://www.noticiasautomotivas.com.br/shine-asfalto-regenerativo-que-fecha-os-buracos-em-algumas-horas-video/

Fuentes:
http://futuretransport.com.br/estradas-que-se-curam-proxima-revolucao-nos-transportes/
http://meioinfo.eco.br/empresa-cria-asfalto-regenerativo/

Bumpy roads are the nightmare of any conductor. In addition to causing damage to vehicles (tires, steering, suspension) and even leading to traffic accidents, it requires periodic maintenance on the part of the responsible organs. This maintenance, in addition to being costly, can sometimes take time to complete. A group of European researchers from ACCIONA Infrastructures are developing asphalt that regenerates, closing a hole in just a few hours and without the intervention of machinery or men.

The asphalt is able to “regenerate” 80% of a fissure in just 2 hours and conclude the “closure” of the hole in one day. This regenerative power is due to the incorporation of steel wool to the bitumen, the bonding agent that the asphalt uses to fasten the gravel. Thus, if the asphalt that contains these steel fibers is heated using an induction machine, the bituminous melts and consequently, cracks and holes unite, thereby increasing to double the shelf life of the asphalt.

“We tested a section of 400 meters of road in the south of the Netherlands. We applied heat induction and the material worked perfectly. We used several samples of the road and aged them in the laboratory, placing them in the oven and spraying them with water, then applied the heat of induction. The tests proved that we can increase for double, the shelf life of asphalt surface or perhaps even more”, said Schlangen, one of the project’s responsible scientists. Schlangen says that the application of heat by induction will have to be carried out before the formation of the “hole”, i.e. in the phase where the fissures begin to appear.

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Although this type of flooring corresponds to a 25% more expensive solution than a normal flooring, Schlangen estimates still, that the Dutch government could save 9 million euros per year, in the medium or long term, considering the costs associated with the reparations of the roads, notably by mobilizing the ground teams, the cost of the teams, the cost with possible compensation to road users, etc… Moreover, the self-repairing roads would mean fewer loose stones, fewer holes to damage shafts or wheels and fewer closed roads for recalls.

This material is already being tested on some Dutch roads, however Schlangen highlights that, only after a period of 7 to 10 years can be confirmed the properties of this asphalt, as it will be at that time that signs of wear on the pavements begin to emerge.

Watch the video:
https://www.noticiasautomotivas.com.br/shine-asfalto-regenerativo-que-fecha-os-buracos-em-algumas-horas-video/

Source:
http://futuretransport.com.br/estradas-que-se-curam-proxima-revolucao-nos-transportes/
http://meioinfo.eco.br/empresa-cria-asfalto-regenerativo/

Routes défoncées est un cauchemar pour tout conducteur. En plus d’être en mesure de causer des dommages aux véhicules (pneus, direction, suspension) et même conduire à des accidents de la route, nécessite un entretien périodique par les organismes responsables. Cet entretien, peut être coûteux, il peut parfois prendre un certain délai. Un groupe de chercheurs européens à ACCIONA infrastructures, développent un asphalte qui regénère, la fermeture d’un trou dans quelques heures et sans l’intervention des machines ou des hommes.

L’asphalte est capable de « régénérer » 80% d’une fissure en seulement deux heures et terminer la « fermeture » du trou ouvert dans une journée. Cette puissance de régénération est due à l’incorporation de la laine d’acier, l’agent de liaison que l’asphalte utilisé pour maintenir le gravier. Ainsi, l’asphalte qui contient ces fibres d’acier est chauffé à l’aide d’une machine à induction, le bitume fondu et des fissures et des trous se rejoignent, étant ainsi en mesure de doubler la durée de vie de la chaussée.

« Nous avons testé une section de 400 mètres de la route dans le sud des Pays-Bas. Nous avons appliqué la chaleur par induction et le matériel a fonctionné parfaitement. Nous avons utilisé divers groupes d’âge de la route dans les échantillons de laboratoire et de les placer dans le four et les pulvérisant avec de l’eau, puis appliquer la chaleur par induction. Les tests ont prouvé que nous pouvons doubler la durée de vie de la surface d’asphalte ou peut-être encore plus », a déclaré Schlangen, l’un des rechercher responsable du projet. Schlangen indique également que l’application de la chaleur par induction doit être effectuée avant la formation du « trou », à savoir au stade où les fissures commencent à apparaître.

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Bien que ce type de revêtement de sol correspond à une solution à 25% plus cher qu’un pavage normal Schlangen estime toutefois que le gouvernement néerlandais pourrait sauver à moyen ou à long terme de neuf millions d’euros par an, compte tenu des coûts associés aux réparations les routes, en particulier avec la mobilisation des équipes sur le terrain, le coût des équipes, le coût des dommages possibles aux usagers de la route, etc.). De plus, les chemins d’autoréparation signifient moins de pierres en vrac, moins de trous d’endommager les roues et les essieux ou moins routes fermées pour les réparations.

Ce matériau est déjà testé dans certaines routes néerlandaises, mais Schlangen souligne que seulement après une période de 7 à 10 ans, il sera possible de confirmer les propriétés de cet asphalte, il sera alors que commencent à émerger des signes d’usure sur les planchers.

Voir la vidéo ci-dessous:
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